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Ttulo [PT]: Antioxidantes e cidos graxos poli-insaturados no leite de vacas em lactao em resposta ingesto de linhaa
Autor(es): Daniele Cristina da Silva Kazama
Palavras-chave [PT]:

Bovino de leite. Comportamento ingestivo. Digestibilidade. cidos graxos. Alimento funcional. Nutrio. Vaca em lactao. Casca de linhaa. Enterolactona. Lignanas. Monensina. Sais de clcio de leo de linhaa. Brasil.
Palavras-chave [EN]:
Bovine milk. Feeding behavior. Digestibility. Fatty acids. Functional food. Nutrition. Lactating cow. Flaxseed hulls. Enterolactone. Lignans. Monensin. Linseed oil calcium salts. Brazil.
rea de concentrao: Produo Animal
Titulao: Doutor em Zootecnia
Banca:
Geraldo Tadeu dos Santos [Orientador] - UEM
Lcia Maria Zeoula - UEM
Jlio Csar Damasceno - UEM
Carla Maris Machado Bittar - ESALQ-USP
Rodrigo de Almeida
Resumo:
Resumo: Estudos, in vitro e in vivo, foram conduzidos para avaliar o potencial da linhaa em transferir lignanas mamferas para o leite. No Primeiro Experimento, semente e casca de linhaa foram incubadas para determinar, in vitro, a converso de lignanas vegetais em lignanas mamferas (enterolactona e enterodiol) pela microflora ruminal e fecal. A concentrao de lignanas vegetais na semente e na casca de linhaa foi em mdia 9,2 e 32,0 nmol mg-1, respectivamente. A maior produo de enterodiol, 72h e 96h de incubao, foi obtida com casca de linhaa incubada com o inculo fecal. No houve diferena na produo de enterodiol entre a casca e a semente de linhaa nas primeiras 24h de incubao. Em geral, a produo de enterolactona no decorrer das 96h foi significativamante maior para a casca e a semente de linhaa incubadas com o inculo ruminal do que com o inculo fecal. A produo de enterolactona 72h e 96h de incubao foi maior para a casca do que para a semente de linhaa. No Segundo Experimento, conduzido in vivo, quatro vacas da raa Holandesa em lactao foram distribudas em um delineamento em quadrado latino 4 x 4 nos seguintes tratamentos: controle sem casca de linhaa (CO), controle com casca de linhaa (CL), monensina (16 ppm) sem casca de linhaa (MO), e monensina (16 ppm) com casca de linhaa (CM). A digestibilidade aparente da PB foi maior para as dietas que continham casca de linhaa e para as dietas suplementadas com monensina sdica. Um aumento significativo da digestibilidade do extrato etreo foi observado para os tratamentos com casca de linhaa comparados com os tratamentos sem casca de linhaa. O fornecimento de casca de linhaa aumentou as concentraes de cidos graxos trans totais, cidos graxos mono-insaturados, poliinsaturados, de cadeia longa, n-3 total e a razo poli-insaturados/saturados na gordura do leite. A razo n-6/n-3 na gordura do leite foi menor para as vacas que receberam casca de linhaa em comparao quelas que no a receberam. A suplementao com monensina sdica aumentou as concentraes dos cidos graxos cis9-16:1 e cis9,12-18:2 na gordura do leite. A ingesto de MS foi maior para os tratamentos sem casca de linhaa do que para os tratamentos com casca de linhaa. Alm disso, a produo de leite foi diminuda para as vacas que receberam casca de linhaa. A concentrao de enterolactona tanto no lquido ruminal como no leite foi maior para as vacas que receberam casca de linhaa quando comparada com as vacas que no receberam casca de linhaa. O poder antioxidante ferroredutor medido no leite foi similar entre os tratamentos. Um Terceiro Experimento in vivo foi conduzido com quatro animais da raa Holands distribudos em um delineamento em quadrado latino 4 x 4. Os tratamentos foram: uma dieta controle sem adio de produtos de linhaa (CO), 4,18 g/kg de MS de gros de linhaa inteiros (LI), 1,87 g/kg de MS de sais de clcio de leo de linhaa (SC) e uma mistura de 2,3 g/kg de MS de gros de linhaa inteiros e 0,83 g/kg de MS de sais de clcio de leo de linhaa (LS). A ingesto e digestibilidade da MS, produo e composio do leite, com excesso da gordura, a qual foi menor para SC quando comparado ao CO, mas sem diferena entre SC, LI e LS. Os cidos graxos (AG) intermedirios da biohidrogenao no rmen foram maiores quando sais de clcio foram fornecidos e o cido rumnico (cis9,trans11-18:2) aumentou no tratamento SC comparado ao LI. O AG alfalinolnico no leite foi maior para SC e LS do que CO, mas no diferiu de LI. O fornecimento de linhaa inteira no alterou a concentrao de enterolactona no leite em comparao aos sais de clcio. Tanto a microflora ruminal como a fecal foram capazes de transformar lignanas vegetais em lignanas mamferas. Casca de linhaa foi uma boa estratgia para melhorar a composio em cidos graxos e aumentar a concentrao de enterolactona no leite. Sais de clcio de leo de linhaa causaram depreso na gordura do leite e gros de linhaa inteiros no alteraram a concentrao de enterolactona no leite.

Abstract: In vitro and in vivo studies were conduced to evaluate the potential of flaxseed to increase concentration of mammalian lignans in milk. In a first trial, flax seeds and hulls were incubated to determine the in vitro conversion of plant lignans from two flax products (hull and seed) into the mammalian lignans enterolactone and enterodiol by bovine ruminal and fecal microbiota. Plant lignans in flax seeds and hulls averaged 9.2 and 32.0 nmol mg`1, respectively. The highest net production of enterodiol at 72 and 96 h of incubation was obtained with flax hulls incubated with fecal microbiota. There was no difference in net production of enterodiol between flax products within the first 24 h of incubation. ln general, net production of enterolactone over the 96 h time course was significantly higher for flax products incubated with ruminal than with fecal microbiota. Net production of enterolactone at 72 and 96 h of incubation was greater for flax hulls than flax seeds. A second experiment, was conducted in vivo with four lactating Holstein cows assigned to a 4 x 4 Latin square design that were fed one of the four treatments: control with no flaxseed hulls (CO), control with flaxseed hulls (FH), monensin (16 ppm) with no flaxseed hulls (MO), and monensin (16 ppm) with flaxseed hulls (HM). The apparent digestibility of CP was higher for diets containing flaxseed hulls and for diets supplemented with monensin. Significant higher digestibility of ether extract was observed for treatments with flaxseed hulls compared with treatments without flaxseed hulls. Feeding flaxseed hulls increased concentrations of total trans fatty acids (FA), monounsaturated FA, polyunsaturated FA, long-chain FA and n-3 FA, and the polyunsaturated to saturated FA ratio in milk fat. The n- 6 to n-3 ratio in milk fat was lower for cows fed flaxseed hulls compared with those fed no flaxseed hulls. Monensin supplementation increased the concentrations of cis9-l6:l and cis9,l2-18:2 in milk fat. Intake of dry matter (DM) was higher for treatments without flaxseed hulls than for treatments with flaxseed hulls. Moreover, milk production was decreased for cows fed flaxseed hulls. Concentration of enterolactone in both ruminal fluid and milk was higher for cows fed flaxseed hulls compared with those fed no flaxseed hulls. Concentration of ferric reducing antioxidant power was similar among treatments. A third experiment was conducted in vivo with four Holstein cows used in a 4 x 4 Latin square design. The four treatments were: a control diet containing no flaxseed products (CO), 4.l8 g/kg DM of whole flaxseed (WF), 1.87 g/kg DM of calcium salts of flaxseed oil (CF) or a mixture of 2.30 g/kg DM of whole flaxseed and 0.83 g/kg DM of calcium salts of flaxseed oil (MF). Dry matter intake, digestibility, and milk production and composition were similar among treatments except for milk fat percentage that was lower for CF compared to CO with no difference between CF and WF and MF. Concentrations of intermediates of biohydrogenation of FA in the rumen were higher when calcium salts of flaxseed oil were fed, and rumenic acid (cis9,transl l-1822) concentration was higher for CF compared to WF treatment. Milk fat concentration of alpha-linolenic acid was higher for CF and MF than CO, but was similar to WF. Feeding whole flaxseed did not alter enterolactone in milk compare to calcium salts of flaxseed oil. Both ruminal and fecal microbiota are able to transform plant lignans into mammalian lignans. Feeding flaxseed hulls was a good strategy to improve milk FA composition and increase enterolactone concentration in milk. Calcium salts of flaxseed oil depressed milk fat concentration and whole flaxseed had no effect on milk enterolactone concentration.
Data da defesa: 20/02/2009
Cdigo: vtls000171426
Informaes adicionais:
Idioma: mul
Data de Publicao: 2009
Local de Publicao: Maring, PR
Orientador: Prof. Dr. Geraldo Tadeu dos Santos
Co-Orientador: Dr. Hlne V. Petit
Instituio: Universidade Estadual de Maring. Centro de Cincias Agrrias
Nvel: Tese (doutorado em Zootecnia)/
UEM: Programa de Ps-Graduao em Zootecnia

Responsavel: zenaide
Categoria: Aplicao
Formato: Documento PDF
Arquivo: Daniele C. da S. Kazama.pdf
Tamanho: 582 Kb (595800 bytes)
Criado: 10-12-2014 14:31
Atualizado: 10-12-2014 14:39
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