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Consultar: Programa de Ps-Graduao em Enfermagem

Incio > Dissertaes e Teses > Cincias da Sade > Enfermagem > Programa de Ps-Graduao em Enfermagem

Ttulo [PT]: A dor e o cncer : compreendendo a vivncia da equipe de enfermagem no cuidado com a criana
Autor(es): Ktia Renata Antunes Kochla
Palavras-chave [PT]:

Crianas. Cncer. Tratamento. Cuidados. Dor. Criana e vivncia. Enfermagem peditrica. Brasil
Palavras-chave [EN]:
Pain. Cancer. Care. Child and lived experience. Brazil.
rea de concentrao: Enfermagem e o Processo do Cuidado
Titulao: Mestre em Enfermagem
Banca:
Maria Dalva de Barros Carvalho [Orientador] - UEM
Maria Lcia Garanhani - UEL
Ieda Harumi Higarashi - UEM
Resumo:
Resumo: Conviver com a dor uma experincia traumatizante para quem sofre e para quem dela cuida. extremamente difcil estar ao lado, ouvir, sentir, compadecer-se e prestar assistncia pessoa com dor. Esses sentimentos so exacerbados frente dor de uma criana. A criana representa a inocncia, a ternura, a beleza, despertando no adulto sentimentos puros que a vida o obrigou a esconder para sobreviver no mundo da competio, da indiferena e da insensibilidade. Entre os profissionais da sade, muito comum essa dificuldade de enfrentamento da dor em uma criana. Este estudo teve como objetivo compreender a vivncia da enfermagem no processo de cuidar da criana com dor e com cncer. O mtodo utilizado neste estudo foi o fenomenolgico. Os dados foram colhidos por meio de entrevista com uma questo norteadora: Como para voc a vivncia de cuidar e uma criana com dor e com cncer? Participaram deste estudo 11 funcionrios da equipe de enfermagem entre eles: auxiliares, tcnicos e enfermeiros que atuam no setor de Hemato-Onco Pediatria de um Hospital Peditrico no municpio de Curitiba-PR Os dados foram analisados e agrupados em 8 categorias: identificando a dor da criana com cncer, desinformao como desencadeadora de um processo cclico naturalizao da dor pela equipe, envolvimento com a criana, acompanhando a transformao, impotncia frente dor e a morte, a famlia como coadjuvante na dor de quem trabalha, solido, tristeza e ambigidade. Os resultados apontam aspectos que envolvem: a pouca importncia dada pela equipe de enfermagem ao conhecimento cientfico sobre a dor, a experincia como meio de avaliao da dor, a limitao no uso de escalas de avaliao, o sentimento de impotncia da equipe frente aos cuidados com a criana com dor, a solido e tristeza no trato com a criana e a importncia da presena da famlia durante a internao. O sentimento de ambigidade esteve presente em todas as falas dos sujeitos.

Abstract: Dealing with pain is a traumatizing experience for those who suffer from or for those who care. It is extremely hard to be with, hear, feel, sympathize and deliver care to a person in pain. These feelings are exacerbated facing a child in pain. A child stands for innocence, tenderness, beauty, bringing about pure feelings in the adult, which had to be concealed in order to survive in a world of competition, indifference and insensitiveness. Such a difficulty in coping with a child in pain is very common among health professionals. This study objectified to understand nursing experience in the process of caring a child in pain due to cancer. A phenomenological methodology was used. Data were gathered by means of an interview whose guiding question was: What is it like to cope with a child in pain due to cancer? Eleven (11) employees from a nursing team participated in this study, as follows: assistants, technicians, nurses from a Hemato-Onco Pediatric Unit of a Pediatric Hospital in Curitiba/Parana State, Brazil. Data were analyzed and grouped in 8 categories: identifying pain in a child with cancer, information shortage bringing about a cyclical process, pain as a commonplace for the team, involvement with the child, following up changes, helplessness facing pain and death, family playing a supporting role in caregivers' pain, loneliness, sadness and ambiguity. Results pointed out features which entail: nursing team's disregard to scientific knowledge on pain, experience as a way to assess pain, constrained use of pain assessment scales, feeling of helplessness on the part of the nursing team to deliver care to the child in pain, loneliness and sadness when dealing with the child, the importance of family presence during hospitalization. The ambiguity feeling is present in all the subjects' accounts.

Resumen: Convivir con el dolor es una experiencia traumatizante para quien sufre y para quien cuida del que sufre. Es extremamente difcil estar al lado, escuchar, sentir, compadecerse y ofrecer asistencia a una persona que sufre por alguna enfermedad. Esos sentimientos son exacerbados frente al dolor de un nio. El nio representa la inocencia, la ternura, la belleza, despertando en el adulto sentimientos puros que la vida lo ha obligado a ocultar para sobrevivir en el mundo de la competicin, de la indiferencia y de la insensibilidad. Entre los profesionales de salud, es bastante comn esa dificultad de enfrentamiento del dolor en un nio. Este estudio tuvo como objetivo comprender la vivencia de la enfermera en el proceso de cuidar del nino que tiene dolor y cncer. El mtodo utilizado en este estudio fue el fenomenolgico. Los datos fueron obtenidos a travs de entrevista con una cuestin norteadora: Cmo es para usted la vivencia de cuidar de un nio que tiene dolor y cncer? Participaron de este estudio 11 funcionarios del equipo de enfermera, entre ellos auxiliares, tcnicos y enfermeros que actan en el sector de Hemato-Onco Pediatria de un Hospital Peditrico en el municpio de Curitiba-Pr. Los datos han sido analizados y agrupados en 8 categoras: identificando el dolor del nio con cncer, desinformacin como desencadenadora de un proceso cclico, naturalizacin del dolor por el equipo, envolvimiento con el nio, acompaando la transformacin, impotencia frente al dolor y muerte, la familia como coadyuvante en el dolor de quien trabaja, soledad, tristeza y ambigedad. Los resultados apuntan aspectos que envuelven: la poca importancia atribuida por el equipo de enfermera al conocimiento cientfico sobre el dolor, la experiencia como medio de evaluacin del dolor, la limitacin en el uso de escalas de evaluacin, el sentimiento de impotencia del equipo frente a los cuidados con el nio con dolor, la soledad y tristeza en el trato con el nio y la importancia de la presencia de la familia durante la internacin. El sentimiento de ambigedad estuvo presente en todas las declaraciones de los sujetos.
Data da defesa: 2006
Cdigo: vtls000165466
Informaes adicionais:
Idioma: Portugus
Data de Publicao: 2006
Local de Publicao: Maring
Orientador: Prof. Dr. Maria Dalva de Barros Carvalho
Instituio: Universidade Estadual de Maring . Departamento de Enfermagem
Nvel: Dissertao (mestrado em Enfermagem)/
UEM: Programa de Ps-Graduao em Enfermagem

Responsavel: beth
Categoria: Aplicao
Formato: Documento PDF
Arquivo: Ktia Renata Antunes Kochla - 13.12.2006.pdf
Tamanho: 382 Kb (391090 bytes)
Criado: 17-11-2008 17:09
Atualizado: 17-11-2008 17:18
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