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Consultar: Programa de Ps-Graduao em Ecologia de Ambientes Aquticos Continentais

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Ttulo [PT]: A Teoria Metablica da Ecologia e o padro espacial de riqueza de espcies de peixes de gua doce em reservatrios brasileiros.
Ttulo [EN]: The Metabolic Theory of Ecology and the spatial pattern of species richness of freshwater fish in Brazilian reservoirs.
Autor(es): Dayani Bailly
Palavras-chave [PT]:

Peixes de gua doce. Gradientes latitudinais de diversidade. Amostragem em reservatrios. Teoria Metablica da Ecologia. Hiptese metablica. Macroecologia. Brasil.
Palavras-chave [EN]:
Freshwater fishes. Latitude. Diversity gradients. Sampling effort. Spatial autocorrelation. Abundance. Body size. Metabolic hypothesis. Macroecology. Brazil.
rea de concentrao: Cincias Ambientais
Titulao: Doutor em Cincias Ambientais
Banca:
Angelo Antonio Agostinho [Orientador] - Nuplia/UEM
Levi Carina Terribile - Universidade Federal de Gois (UFG)
Edson Fontes de Oliveira - Universidade Tecnolgica Federal do Paran (UTFPr)
Sidinei Magela Thomaz - Nuplia/UEM
Luiz Carlos Gomes - Nuplia/UEM
Resumo:
Resumo: A "Teoria Metablica da Ecologia" (MTE - Metabolic Theory of Ecology) usa a temperatura como varivel ambiental preditora dos padres de diversidade de organismos ectotrmicos. Especificamente, a MTE prediz que a relao entre riqueza (varivel dependente) e temperatura (varivel independente) apresenta um valor de inclinao de reta variando entre -0,6 e -0,7. Assim, este estudo testou se o padro de riqueza de espcies de peixes de gua doce em reservatrios brasileiros se ajusta s predies da MTE. Alm da temperatura, outras variveis (evapotransirao potencial, evapotranspirao atual, precipitao, produtividade primria lquida, elevao, idade e rea dos reservatrios e b da EER (Energetic Equivalence Rule - inclinao da relao entre abundncia e tamanho do corpo das espcies) foram usadas para testar as predies da MTE. Foi verificado se houve diferenas nos ajustes utilizando-se dados de riqueza provenientes de compilaes (sem controle do esforo amostral) e amostragens (com controle do esforo amostral). Para este ltimo conjunto de dados todos os pressupostos da MTE (organismos ectotrmicos; com altos nveis de organizao taxonmica, cujo tamanho do corpo e abundncia no variem espacialmente) foram atendidos. Os testes foram feitos utilizando-se regresses OLS, sendo que modelos autorregressivos (SAR) e abordagem de filtros espaciais foram utilizados para minimizar os efeitos da autocorrelao espacial quando esta foi detectada. Verificou-se tambm se a falta de ajuste dos dados MTE decorrente da violao do pressuposto da invarincia espacial na abundncia e tamanho do corpo das espcies acrescentando-se como preditor os valores do b da EER. O critrio de informao de Akaike foi utilizado para selecionar o melhor modelo e regresses parciais utilizadas para avaliar o puro efeito dos diferentes componentes (local, regional, espacial/populacional) para a explicao da riqueza. No geral, verificou-se que o nmero de espcies aumentou em direo s menores latitudes. As anlises para dados compilados revelaram compatibilidade com as predies da MTE aps a remoo dos efeitos da autocorrelao espacial nos resduos da regresso. Para dados amostrados no foi observada autocorrelao nos resduos da regresso e os resultados mostraram-se bastante discordantes das predies da MTE, mesmo acrescentando-se o b da EER no modelo. Para dados compilados, as variveis temperatura, precipitao e idade dos reservatrios foram constituintes do melhor modelo e explicaram 61,7% da variao na riqueza aps a remoo da autocorrelao. As mesmas foram retidas para dados amostrados adicionando-se o b da EER, as quais explicaram 90% da variao da riqueza. Padronizando o esforo amostral e adicionando variveis ao modelo originalmente proposto pela MTE, o valor da inclinao da relao entre a riqueza de espcies e a temperatura foi compatvel com as predies da teoria. O puro efeito do componente regional (temperatura e precipitao) foi responsvel pela maior porcentagem de explicao da riqueza. Foi possvel concluir que a falha da MTE em suportar evidncias empricas no pode ser atribuda violao dos pressupostos e que a teoria deveria assumir como condio importante o controle do esforo amostral, pois alm de reduzir problemas de autocorrelao nos resduos da regresso pode gerar parmetros que modificam quantitativamente os resultados e qualitativamente as interpretaes. Alm disso, concluiu-se que os fatores relevantes para o ajuste da MTE foram o controle do esforo amostral, a no violao de pressupostos e a incorporao de outras variveis no modelo, as quais podem variar de acordo com os grupos estudados e hbitats que ocupam.

Abstract: The "Metabolic Theory of Ecology (MTE) uses temperature as the environmental variable that predicted diversity patterns of ectothermic organisms. Specifically, the MTE predicts that the relationship between species richness (dependent variable) and the inverse of temperature (independent variable) has a slope ranging from -0.6 and -0.7. Thus, this study tested whether the pattern of species richness of freshwater fishes in Brazilian reservoirs fits of the MTE predictions. Besides temperature, other variables (potential evapotranpiration, actual evapotranspiration, precipitation, net primary productivity, elevation, age and area of reservoirs and b of EER - Energetic Equivalence Rule - slope of the relationship between body size and abundance of species) were used to test the MTE predictions. The MTE was tested using data from compilations (without control of the sampling effort) and sampled data (with standardized effort). For the latter data set all the MTE assumptions (ectothermic organisms, with high levels of taxonomic organization and whose body size and abundance do not vary spatially) were met. The tests were performed using OLS regressions and autoregressive models (SAR) and spatial filtering approach were used to minimize the effects of spatial autocorrelation when it was detected. To evaluate whether the lack of fit to the MTE predictions results from the violation of the spatial invariance assumption in abundance and species body size, it was added the slope's values of the b of EER as a predictor variable. The Akaike Information Criterion was used to select the best model and the spatial filters approach was used to minimize the autocorrelation when it was present. Partial regressions were used to evaluate the pure effect of the different components (local, regional, spatial/population) for the explanation of species richness. It was found that the species number increased toward the lower latitudes. The analyses for compiled data revealed consistency with the MTE predictions after removing the autocorrelation in the regression's residuals. For sampled data was not observed spatial autocorrelation in the regression residuals. However, the results were discordant with the MTE predictions, even adding the b of EER in model. For compiled data the variables temperature, precipitation and habitat age were retained in the best model, explaining 61.7% of the variation in the species richness after removing the spatial autocorrelation. Using the sampled data the same variables plus b EER were retained in the best model, which explained 90% of the variation in richness. Controlling the sampling effort and adding variables to the model originally proposed by the MTE, the slope of the relationship between species richness and temperature was consistent with the MTE predictions. The regional component effect (temperature and precipitation) contributed to explain the most variation of richness. We conclude that the MTE's failure in supporting empirical evidences should not be attributed to the assumptions violation and that the theory should consider the sampling effort control as an important condition to test the MTE prediction. The sampling effort control may reduce the problems of the spatial autocorrelation, besides generate parameters that modify quantitatively the results and qualitatively the interpretations. The relevant factors to the MTE's adjustment were the sampling effort control to obtain the specimens, no violation of assumptions and incorporating other variables in the model, which can vary substantially according to the taxonomic groups and habitats that occupy.
Data da defesa: 27/08/2010
Cdigo: vtls000181219
Informaes adicionais:
Idioma: Portugus
Data de Publicao: 2010
Local de Publicao: Maring
Orientador: Prof. Dr. Angelo Antonio Agostinho
Coorientador: Prof. Dr. Jos Alexandre Felizola Diniz Filho
Instituio: Universidade Estadual de Maring. Departamento de Biologia
Nvel: Tese (doutorado em Ecologia de Ambientes Aquticos Continentais) / UEM. Programa de Ps-Graduao em Ecologia de Ambientes Aquticos Continentais

Responsavel: salete
Categoria: Aplicao
Formato: Documento PDF
Arquivo: Bailly-Dayani-2010-DO.pdf
Tamanho: 2394 Kb (2451887 bytes)
Criado: 16-11-2010 15:27
Atualizado: 30-09-2011 08:24
Visitas: 2422
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