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Consultar: Programa de Ps-Graduao Associado em Educao Fsica - UEM/UEL

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Ttulo [PT]: Anlise dos padres motores de crianas com sndrome de Down na tarefa de subir escadas
Autor(es): Larissa Daniele Rubira Strioto
Palavras-chave [PT]:

Sndrome de Down. Crianas. Subir escada. Biomecnica. Cinemtica. Controle postural. Brasil.
rea de concentrao: Estudos do Movimento Humano
Titulao: Mestre em Educao Fsica
Banca:
Jos Luiz Lopes Vieira [Orientador] - UEM
Andr Luiz Flix Rodacki - UFPR
Pedro Paulo Depr - UEM
Resumo:
Resumo: O estudo teve como objetivo analisar as caractersticas cinemticas e cinticas do subir escada de crianas com sndrome de Down e compar-las com crianas com desenvolvimento tpico. Participaram do estudo onze crianas com sndrome de Down e onze crianas com desenvolvimento tpico, com idade entre 7 e 10 anos, que foram analisadas realizando duas tarefas: na primeira subiram uma escada com uma plataforma de fora inserida no segundo degrau, enquanto eram filmadas a fim de se obter dados referentes s foras de reao do solo e cinemtica; na segunda, as crianas permaneceram em posio ortosttica sobre a plataforma de fora e foram adquiridos os dados referentes ao controle postural. Os resultados revelaram diferenas estatisticamente significativas entre as crianas com sndrome de Down e as crianas com desenvolvimento tpico, indicando que as crianas com a sndrome apresentam maior tempo de apoio duplo e menor tempo de apoio simples; maiores picos de flexo de quadril e joelho na fase de balano e menores picos de dorsiflexo tanto na fase de apoio quanto na fase de balano; menor fora aplicada sobre o degrau na fase de propulso e maior fora de impulso de impacto nos primeiros 50ms; maior amplitude de oscilao na direo ntero-posterior, nas velocidades de oscilao tanto ntero-posterior quanto mdio-lateral e rea do deslocamento. Ao se estabelecer as correlaes, os resultados indicaram que, para as crianas com sndrome de Down, o controle postural est relacionado diretamente: com o tempo de apoio duplo e o tempo da fase de apoio total; com o tempo para se atingir o primeiro pico da fora de reao do solo vertical; com o impulso de impacto nos primeiro 50 ms da fase de apoio e com o pico de flexo plantar do tornozelo; e inversamente relacionado: ao tempo de apoio simples e ao tempo da fase de balano; magnitude da fora nos dois picos da curva da fora de reao do solo e ao pico mximo de dorsiflexo do tornozelo. Essas evidncias sugerem que crianas com sndrome de Down apresentam um padro de subir escada mais conversativo; movimentos articulares de quadril e joelho acima do necessrio e de tornozelo com dorsiflexo diminuda; maior impacto na fase de contato inicial e menor fora para se projetar de um degrau para o outro. O controle postural das crianas com sndrome de Down, com dficits em relao ao das crianas com desenvolvimento tpico, est relacionado a algumas caractersticas de fora e movimento no subir escada.

Abstract: This study aimed to analyse kinetic and kinematic characteristics of stair ascent in children with Down Syndrome and to compare them with children with typical development. Participated eleven children with Down Syndrome and eleven children with typical development aged between 7 and 10 years old, that were analysed during stair ascending while kinetic and kinematic data were collected and while standing still on a force platform to determine postural control. The results indicated differences among the children with Down Syndrome and the children with typical development, revealing that the children with Down Syndrome present larger time of double support and smaller time of simple support; larger peaks of hip and knee flexion in the swing phase and smaller peaks of dorsiflexion in the stance phase and in the swing phase; smaller applied force on the step in the propulsion phase and larger force of impact pulse in the first ones 50ms; larger oscillation on antero-posterior direction, in the antero-posterior and medio-lateral oscillation velocities and area of the displacement. Whith the correlations, the results indicated that, for the children with syndrome of Down, the postural control is directly related with: the time of double support and the time of the total stance phase; with the time to reach the peak loading response force; with the impact peak in the first 50 ms of the stance phase and finally with the peak of plantar flexion of the ankle; and inversely related with: time of simple support and the time of the swing phase; the magnitude of second peak of force and maximum dorsiflexion peak of the ankle. Those evidences suggest that children with Down Syndrome present a more stable pattern of ascend stair; joint movements of hip and knee above of the necessary and reduced dorsiflexion of the ankle joint; larger impact in the initial contact phase and smaller force to be projected of one step to the other. The postural control of the children with Down Syndrome, with deficits in relation to the children with typical development is related with some characteristics of force and movement in ascend stair.
Data da defesa: 30/08/2010
Cdigo: vtls000183227
Informaes adicionais:
Idioma: Portugus
Data de Publicao: 2010
Local de Publicao: Maring, PR
Orientador: Prof. Dr. Jos Luiz Lopes Vieira
Instituio: Universidade Estadual de Maring. Departamento de Educao Fsica , Universidade Estadual de Londrina . Centro de Educao Fsica e Esporte (UEL)
Nvel: Dissertao (mestrado em Educao Fsica)/
UEM: Programa de Ps-Graduao Associado em Educao Fsica - UEM/UEL
UEL: Programa de Ps-Graduao Associado em Educao Fsica - UEM/UEL

Responsavel: beth
Categoria: Aplicao
Formato: Documento PDF
Arquivo: Dissertao Final2.pdf
Tamanho: 1686 Kb (1726383 bytes)
Criado: 14-04-2011 09:53
Atualizado: 15-04-2011 17:08
Visitas: 1216
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