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Consultar: Programa de Ps-Graduao Associado em Educao Fsica - UEM/UEL

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Ttulo [PT]: Treinamento de corrida de endurance baseado na variabilidade da frequncia cardaca em mulheres no treinadas : efeitos sobre a performance
Ttulo [EN]: Endurance running training based on heart rate variability in untrained women: effects on performance
Autor(es): Danilo Fernandes da Silva
Palavras-chave [PT]:

Fisiologia do exerccio. Corredoras. Sistema nervoso parassimptico. Treinamento. Desempenho atltico. Educao fsica e Treinamento. Brasil.
Palavras-chave [EN]:
Parasympathetic nervous system. Physical education and training. Athletic performance. Brazil.
rea de concentrao: Desempenho Humano e Atividade Fsica
Titulao: Doutor em Educao Fsica
Banca:
Fabiana Andrade Machado [Orientador] - UEM
Herbert Gustavo Simes
Gleber Pereira
Solange Marta Franzi de Moraes
Sidney Barnab Peres
Resumo:
Resumo: A velocidade pico (Vpico) uma varivel preditora da performance em corridas de endurance e associada ao seu respectivo tempo limite (tlim) servem como parmetros para a prescrio do treinamento de corrida. Alm de variveis relacionadas prescrio, tambm necessrio o uso de parmetros que controlem a adequada intensidade de esforo a ser prescrita e as possveis adaptaes fisiolgicas advindas do treinamento. Dentre essas variveis, a variabilidade da frequncia cardaca (VFC), usada como indicativo da atividade do sistema nervoso parassimptico, vem sendo utilizada para tomar as decises relacionadas prescrio do treinamento. Variveis psicolgicas tambm so recomendadas para complementar o controle do treinamento, bem como seus efeitos. Assim, o objetivo do presente estudo foi analisar a utilizao da VFC como norteadora para o controle da intensidade de oito semanas de treinamento de corrida de endurance em mulheres jovens no treinadas. Participaram do estudo 30 mulheres com idade entre 18 e 35 anos, que foram aleatorizadas em dois grupos com 15 mulheres cada. O grupo controle (GC) realizou treinamento baseado em um modelo convencional de prescrio enquanto o outro grupo realizou o treinamento baseado na atividade do sistema nervoso parassimptico (i.e., ndice rMSSD da VFC) (GVFC). As participantes foram submetidas a avaliao antropomtrica, questionrios para avaliao alimentar, psicolgica (estresse, recuperao e perfil de humor) e sintomas da sndrome pr-menstrual, modulao autonmica (i.e., VFC em repouso e recuperao da frequncia cardaca [FCrec] aps exerccio mximo), testes fsicos em esteira rolante e performance em pista de atletismo. Foram realizados dois testes em esteira rolante: um teste incremental mximo para determinao da Vpico e outro para determinao do seu respectivo tlim e o tempo para completar uma performance de 5 km (t5km) em pista oficial de atletismo (400 m). Todas as avaliaes iniciais foram conduzidas antes (semana 1) e aps um perodo de quatro (semana 6) e oito (semana 11) semanas de treinamento. As participantes realizaram um total de pelo menos 90% de 24 sesses de treinamento (i.e., trs sesses por semana) de corrida, sendo essas subdivididas em treinos contnuos de moderada intensidade e treinos intervalados de alta intensidade. Anlise de varincia e tamanhos de efeito (TE) foram calculados para verificar as adaptaes ao treinamento. Os principais achados foram que o t5km reduziu significantemente da semana 1 para a semana 11 em ambos os grupos (GC = 35,5 5,0 min para 30,5 4,3 min, GVFC = 36,3 4,5 min para 29,8 2,4 min); entretanto, em uma maior magnitude no GVFC (TE = grande) do que no GC (TE = moderado) (TE para a diferena intergrupos = moderado). A Vpico tambm melhorou significantemente em ambos os grupos (GC = 11,0 1,4 kmh-1 para 11,9 1,4 kmh-1, GVFC = 10,9 1,2 kmh-1 para 11,9 0,9 kmh-1), com TE intragrupo moderado para ambos os grupos e TE para as diferenas intergrupos pequeno. O tlim na Vpico aumentou apenas no GVFC (5,1 1,3 min para 6,1 1,7 min), com TE moderado para a diferena intergrupos. Adicionalmente, os ndices parassimpticos da VFC em repouso rMSSD e SD1 melhoraram no GVFC (30,5 9,9 ms para 37,5 13,2 ms e 22 6,9 para 26,7 9,4, respectivamente) e no apresentaram diferenas estatisticamente significantes no GC (TE para a diferena intergrupos = pequeno para rMSSD e trivial para SD1). O ndice SD2 aumentou significantemente apenas no GVFC (77,8 16,3 para 93,6 22,1) com TE moderado na comparao intra e intergrupos. A varivel que representa a reativao parassimptica (i.e., FCrec) tambm melhorou mais no GVFC comparado ao GC (GC = 36,9 7,4 bpm para 41,1 7,6 bpm, GVFC = 36,7 9,7 bpm para 42,7 10,7 bpm, TE para a diferena intergrupos = pequeno). Embora o GVFC tenha realizado menos treinamentos contnuos em moderada intensidade do que o GC, esta quantidade apresentou uma correlao negativa e moderada com as mudanas na performance (i.e., t5km) (r = -0,44). O GC apresentou melhoras no estresse emocional (2,0 1,2 para 1,2 0,9), conflitos/presso (2,9 1,1 para 2,2 1,0), e recuperao da qualidade do sono (3,1 1,0 para 4,0 0,8), aceitao pessoal (2,8 1,7 para 3,7 1,4), auto-regulao (3,3 1,3 para 4,1 1,2), mdia de recuperao especfica (3,1 1,2 para 3,7 1,0) e mdia de recuperao total (3,2 0,9 para 3,6 0,9). J o GVFC melhorou o estresse geral (1,6 1,1 para 1,1 0,6), estresse emocional (2,0 1,0 para 1,4 0,7), estresse social (1,6 1,1 para 0,8 0,5), falta de energia (2,2 1,0 para 1,4 0,8), mdia de estresse geral (2,1 0,8 para 1,6 0,4) e auto-regulao (3,1 1,0 para 3,9 1,1). Somado a isso, o GVFC tambm melhorou o perfil de humor nas escalas tenso (6,1 5,1 para 3,3 3,2), depresso (4,9 4,3 para 2,2 2,1), raiva (9,7 3,6 para 6,9 2,9), fadiga (7,9 3,5 para 5,3 2,0) e distrbio de humor total (28,5 16,3 para 17,8 6,6). O GC reduziu o vigor (8,9 3,6 para 6,9 3,0), o que no foi observado no GVFC. A variao na Vpico aps o treinamento apresentou a correlao elevada com a variao no t5km (r = -0,65). Conclui-se que 1) o treinamento de corrida baseado na VFC apresentou melhoras mais expressivas sobre a performance de 5 km do que o treinamento convencional, assim como para as melhoras na funo autonmica cardaca; 2) O treinamento baseado na VFC tambm melhorou o perfil de humor e aspectos do estresse que no foram observados no GC; 3) a variao percentual na Vpico foi a que apresentou a mais elevada correlao com a variao na performance de 5 km.

Abstract: The peak speed (Vpeak) is a variable capable of predict running endurance performance and if associated with its time limit (tlim) may be used as a parameter for running training prescription. Besides the variables related to training prescription, it is also necessary to use parameters that are useful for controlling the adequate exercise intensity to be prescribed as well as the possible physiological adaptations associated with training. Within the possibilities, the heart rate variability (HRV), used to indicate parasympathetic nervous system activity, has been applied to make the decisions related to training prescription. Psychological variables are also recommended to complement training control, as well as its effects. Thus, the aim of the present study was to analyze the use of HRV to control training intensity of eight weeks of endurance running training in young untrained women. Thirty women aged 18 to 35 years took part of the study, who were randomized in two groups of 15 women each. The control group (CG) performed training based on a conventional training prescription whereas the other group performed the running training based on parasympathetic nervous system activity (i.e., index rMSSD of HRV) (GHRV). The participants undertook anthropometric assessment, questionnaires to assess dietary pattern, psychological variables (stress, recovery and mood profile), and symptoms related to pre-menstrual syndrome, autonomic modulation (i.e., HRV at rest and heart rate recovery after maximal exercise), physical tests on the treadmill and running performance in a track. It was conducted two tests in the treadmill: an incremental test to determine Vpeak and another one to determine its tlim and the time to complete 5-km running performance (t5km) in a 400-m oficial running track. All the baseline evaluations were performed before (week 1) and after a period of four (week 6) and eight (week 11) of training. The participants performed at least 90% of the 24 training sessions (i.e., three sessions per week) subdivided in moderate intensity continuous training and high intensity interval training. The analysis of variance and effect sizes (ES) were calculated to verify the adaptations to training. The main findings were that the t5km reduced significantly from week 1 to week 11 in both groups (CG = 35.5 5.0 min to 30.5 4.3 min, HRVG = 36.3 4.5 min to 29.8 2.4 min); however, in a greater magnitude in HRVG (ES = large) than in CG (ES = moderate) (ES between-group difference = moderate). The Vpeak also significantly improved in both groups (CG = 11.0 1.4 kmh-1 to 11.9 1.4 kmh-1, HRVG = 10.9 1.2 kmh-1 to 11.9 0.9 kmh-1), with a moderate ES within-group for both groups and a small ES between-group. The tlim at Vpeak increased only in HRVG (5.1 1.3 min to 6.1 1.7 min), with a moderate ES for the between-group differences. In addition, the parasympathetic indexes of HRV at rest improved in HRVG (30.5 9.9 ms to 37.5 13.2 ms and 22 6.9 to 26.7 9.4, respectively) and did not present statiscally significant differences in the CG (ES between-group differences = small for rMSSD and trivial to SD1). The index SD2 increased only in HRVG (77.8 16.3 to 93.6 22.1) with a moderate ES within- and between-groups. The variable representing parasympathetic reactivation (i.e., heart rate recovery) also improved more in the HRVG compared to the CG (CG = 36.9 7.4 bpm to 41.1 7.6 bpm, HRVG = 36.7 9.7 bpm to 42.7 10.7 bpm, ES between-group differences = small). Although the HRVG has performed less moderate intensity continuous training than the CG, this amount of training presented a negative and moderate correlation with changes in performance (i.e., t5km) (r = -0.44). The CG presented improvements on emotional stress (2.0 1.2 to 1.2 0.9), conflicts/pressure (2.9 1.1 to 2.2 1.0), and recovery related to sleep quality (3.1 1.0 to 4.0 0.8), personal accomplishment (2.8 1.7 to 3.7 1.4), self-regulation (3.3 1.3 to 4.1 1.2), mean specific recovery (3.1 1.2 to 3.7 1.0) and mean total recovery (3.2 0.9 to 3.6 0.9). On the other hand, the HRVG improved general stress (1.6 1.1 to 1.1 0.6), emotional stress (2.0 1.0 to 1.4 0.7), social stress (1.6 1.1 to 0.8 0.5), lack of energy (2.2 1.0 to 1.4 0.8), mean general stress (2.1 0.8 to 1.6 0.4) and self-regulation (3.1 1.0 to 3.9 1.1). Additionally, the HRVG also improved mood state on the scales tension (6.1 5.1 to 3.3 3.2), depression (4.9 4.3 to 2.2 2.1), anger (9.7 3.6 to 6.9 2.9), fatigue (7.9 3.5 to 5.3 2.0) and total mood disturbance (28.5 16.3 to 17.8 6.6). The CG reduced vigour (8.9 3.6 to 6.9 3.0), which was not observed in the HRVG. The variation in Vpeak after training presented a large correlation with the variation in t5km (r = -0.65). It is concluded that 1) the endurance running training based on HRV presented greater improvements in the 5 km performance than the conventional/standardized training program, as well as for the autonomic modulation; 2) The training based on HRV also improved mood profile and stress-related aspects that were not improved in the CG; 3) the percentage variation of Vpeak after training was the one that presented the highest correlation with changes in 5 km performance.
Data da defesa: 15/12/2016
Cdigo: vtls000225291
Informaes adicionais:
Idioma: Portugus
Data de Publicao: 2016
Local de Publicao: Maring, PR
Orientador: Prof. Dr. Fabiana Andrade Machado
Instituio: Universidade Estadual de Maring . Centro de Cincias da Sade . Programa de Ps-Graduao Associado em Educao Fsica - UEM/UEL, Universidade Estadual de Londrina . Programa de Ps-Graduao Associado em Educao Fsica - UEM/UEL
Nvel: Tese (doutorado em Educao Fsica)
UEM: Departamento de Educao Fsica
UEL: Departamento de Educao Fsica

Responsavel: edson
Categoria: Aplicao
Formato: Documento PDF
Arquivo: TESE_DANILO VERSO FINAL 27.01.17.pdf
Tamanho: 2091 Kb (2140982 bytes)
Criado: 20-04-2017 16:16
Atualizado: 20-04-2017 16:22
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